sexta-feira, 28 de maio de 2010

Dramatização na Biblioteca Municipal de Espinho



Hoje, na Biblioteca Municipal de Espinho, alguns alunos da turma do 6ºA da Escola Básica e Secundária Domingos Capela, dramatizaram a peça "Homenagem a Carolina Beatriz Ângelo", ensaiados pela Professora Arcelina Santiago.
A dramatização era com o intuito de relembrar o dia em que Carolina Beatriz Ângelo votou. Ao fazê-lo tornou-se a primeira mulher em Portugal e na Europa a votar. Conseguiu esse feito aproveitando uma falha na lei, porque esta não dizia expressamente que as mulheres não podiam votar. Este gesto teve como consequência imediata a alteração da lei.
As personagens principais e os respectivos interpretes são:

Carolina Beatriz Ângelo - Mariana Patela
Constâncio Oliveira - Rui Marques (Eu)
Joaquim Beja - Diogo Oliveira


domingo, 23 de maio de 2010

Serão Republicano

No passado dia 22 de Abril realizou-se pelas 21:30, um serão republicano, no Centro Multimeios de Espinho.
Este serão, foi para verem a importância dos cafés enquanto lugares para tertúlia e troca de ideais sobre questões politicas, culturais e sociais.O serão foi como uma viagem no tempo através da música, do canto e da poesia que nos levou à 1ª República.
Assistimos às
actuações de Ana Conceição, violoncelista que interpretou um Prelúdio da 1ª Suite de Bach, e da cantora Sofia Guedes que interpretou várias peças como “A Portuguesa”, “Canção de Nina”e “Diz”…E também foram lidos poemas e textos como “O Melro”. Antes de terminar, presenciamos uma apresentação sobre a Assembleia Constituinte e uma actuação do Grupo de Teatro Popular de Espinho.
Algumas das minhas colegas tiveram oportunidade de encarnar o papel de mulheres notáveis da 1ª República: Ana de Castro Osório; Carolina Beatriz Ângelo entre outras.
Foi uma noite diferente e divertida, onde os presentes tiveram a oportunidade de também saborearem uns biscoitos e uma bebida.
Considero que foi uma actividade pedagógica e agradável que devíamos repetir.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Inauguração das Comemorações do Centenário da República


No dia 5 de Março de 2010, pelas 17 horas, na sala Tempos do Centro Multimeios de Espinho, inauguraram-se as comemorações do Centenário da República.

Antes da conferência, houve uma pequena actuação do Grupo de Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho. Quatro rapazes tocaram marimba, pratos (com baquetas) e “shakes”. No fim da exibição, uma rapariga cantou. A actuação demorou aproximadamente 20 minutos e, na minha opinião, foi muito interessante.


Seguidamente, deu-se início à conferência propriamente dita, cujo tema era: As Mulheres na Primeira República. Estavam presentes: a conferencista, Exma. Srª Drª Maria Barroso, a Senhora Vereadora da Cultura, Dra. Manuela Aguiar, o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Dr. Pinto Moreira e o Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Luís Montenegro. Começou por discursar a Dra. Manuela Aguiar. Após esta intervenção, falou o Sr. Presidente da Câmara de Espinho. Em seguida, foi a vez de uma distinta figura a nível nacional, Dra. Maria Barroso, tomar a palavra, referindo a história de algumas mulheres do nosso país no inicio da República. Referiu alguns nomes de mulheres que fizeram coisas importantes durante a primeira República, como por exemplo: Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo, Ana Maria Gonçalves Dias, Carolina Michaelis Vasconcelos, Guiomar Cortesão, Alice Pestana, Sofia Júlia Dias, Regina Quintanilha Vasconcelos, Adelaide Cadete, Maria Veleda e outras mais.


Destas intervenções, aprendi que as mulheres lutaram muito pelos seus direitos. Essa luta pela igualdade foi o começo de uma longa caminhada. Muitas morreram por essa causa, dando assim, o seu contributo para a uma sociedade mais democrática. Nessa altura, as mulheres não podiam ter cargos politicos, nem de liderança, não tinham direito ao voto e nem era fácil terem acesso à cultura (estudos).


Por fim, houve a actuação do Coro da Universidade Sénior de Espinho. Eles cantaram muito bem.

Eu acho que esta actividade foi diferente e que vale a pena repetir.